Durma em descanso
Para nunca mais acordar
Durma em eterno descanso
Para nunca mais se estressar
Minha velha amiga morte
Mãe da Dor e esposa do Sofrimento
Acompanhada pelo azar e pela sorte
Vive dia e noite nos pensamentos
Leve e sorrateira
Vive a se esgueirar pelas paredes
Pega quem vier
E deixa quem quiser
Dona das verdades
Verdadeira.
Minha queda,
Meu perdão,
Minha vida,
Meu caixão.
Clelson o poeta anjo
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